segunda-feira, setembro 01, 2008

Quando a Felicidade é Clandestina

(...)E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.(...)Clarice Lispector. In: "Felicidade Clandestina" - Ed. Rocco - Rio de Janeiro, 1998 ...e assim continuou. Quanto tempo? Não sei.

2 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Você é ímpar!

Lu

9:41 AM  
Anonymous Anônimo said...

insight

9:34 AM  

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