"Masters of Horror".
O nome da série é sugestivo: "Masters of Horror". Grandes diretores do gênero realizam episódios de uma hora, que são uma grande homenagem ao fantástico. Porque o fantástico, sobretudo na vertente do terror, continua a ser um dos gêneros mais explorados do cinema. Os episódios, em sua maioria, não assustam, quase uma decepção, mas quando pensamos que já se ultrapassaram todas as barreiras, que se esgotaram todas as receitas para provocar o medo, somos surpreendidos com novas dimensões do horror. Se, no gênero, a tradição tem sido a preponderância do cinema norte-americano, as surpresas mais recentes têm vindo do cinema asiático, nomeadamente japonês. Há uma década ficamos conhecendo os novos limites do cinema de horror com nomes marcantes como Takashi Miike e Hideo Nakata. Até mesmo Hollywood se rendeu e decidiu explorar o "filão", comprando as histórias que iam sendo feitas no Oriente para as ocidentalizar em múltiplas remakes. O episódio que vi esta noite, "Imprint" de Takashi Miike, salva o projeto "Masters of Horror". Confesso que senti medo ao voltar pra casa: um cachorro latia ferozmente na frente do carro, pensei por várias vezes em avançar, seria uma boa cena pra terminar a noite. Mas achei melhor aproveitar o clima e terminar a segunda temporada de Lost na certeza de que muitas imagens surreais vão rechear meu sono.


3 Comments:
Este Imprint eu não assisti mas se é de Takashi Miike acredito que salve! Os outros são muito fracos, né? vc usou um eufemismo "quase não assustam" muito boa!
bju
Greets to the webmaster of this wonderful site. Keep working. Thank you.
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Super color scheme, I like it! Good job. Go on.
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